 |
|
|
| 29/12/2007 |
Meu primo estava todo enrolado para explicar para o cliente no outro lado da linha, que quem tinha que ligar para a empresa e resolver o problema era o titular, no caso o cunhado do homem com quem ele conversava. O problema é que ele se enrola todo com as designações de parentes agregados. Então, fazendo força para se fazer entender, raciocinando o máximo que podia, meu primo começou:
_ Meu senhor, quem tem que ligar para cá é... a espoooooosssssaaaaaa... dooooooo... mariiiiidooooooo... do senhor!
_ Quem???
_ Não!!! Desculpe! – e recomeçou o esforço – Quem tem que ligar é o.... mariiiiiiiiiiddddddoooo... da espooooossssaaaaaaaa.... do senhor!! – repetiu convicto.
_ Ué, mas o marido da minha esposa... sou eu!!
_ Nããããooooooo!!! Ai meu Deus! É o irmãodaesposadosenhor!!! – disse de uma vez só.
_ Ah tá, meu cunhado!
_ Isso! Obrigado!
Escrito por Ale às 12h55
[]
[envie esta mensagem]
|
| 12/08/2007 |
Viajei com minhas amigas e alugamos um carro.
Resolvemos ir a um shopping que ficava meio afastado, numa das saídas da cidade, e depois de muita confusão com o endereço, num trânsito horrível de fim de tarde, enfim conseguimos chegar. Ficamos, então, rodando, tentando entender por onde entraríamos para o acesso à garagem de vários andares, logo a nossa frente, mas que tinha sua entrada muito mal sinalizada.
Já dando a segunda volta ao redor do prédio, minha amiga tentava acalmar a situação e deixar as coisas menos tensas, dizendo: “calma, vamos devagar, a gente pergunta pra alguém... só o que não pode é sair do Shopping!”. Ia dizendo isso enquanto nosso carro entrava na via expressa, do lado de fora do shopping, sem a menor opção de retorno fácil...
Escrito por Ale às 12h58
[]
[envie esta mensagem]
|
| 07/06/2007 |
A Vit me contou que a primeira escola em que sua irmã estudou se chamava Canarinho, mas não tinha jeito de ela chamar o nome da escola certo, toda vez errava. O problema era que todo mundo achava isso engraçadinho e fazia ela repetir várias e várias vezes. E assim era também com seu avô. Já cansada de tanto contar pro avô qual era o nome da sua nova escola, ela se enfezou e bem claramente gritou para ele enfim entender:
_ CA-RA-LHI-NHO, VÔ!!!!!
Escrito por Ale às 17h41
[]
[envie esta mensagem]
|
| 29/05/2007 |
Minha tia trabalhava em uma escola e certa noite em que ela e outra colega só esperavam pela chegada do vigia noturno para poderem fechar a secretaria e ir embora, ela presenciou o seguinte diálogo:
_ Nossa, sr. Fulano, ainda bem que o senhor chegou! A gente tá morrendo de pressa!! O senhor pode ir lá tirando sua roupa, que eu já to indo...
Escrito por Ale às 18h52
[]
[envie esta mensagem]
|
| 22/05/2007 |
Poderosa!!!!
Ao sair de uma loja, minha amiga automaticamente colocou os óculos escuros e nem percebeu que uma das lentes havia caído, o que por si só já é um grande feito, pois se ao menos fossem óculos de grau, com lentes incolores, mas óculos escuros!?
Saiu por aí em sua caminhada e não pode deixar de notar que todos estavam olhando para ela naquele dia, devia estar mesmo muito bonita, pois até as mulheres passavam encarando!!
Ê pantaleão!
Escrito por Ale às 20h19
[]
[envie esta mensagem]
|
| 27/04/2007 |
Cansada destes telefonemas intrusivos a qualquer hora do dia ou da noite, oferecendo tudo o que você não precisa, minha mãe atendeu a ligação preparada para despistar o interlocutor.
_ Dona Lourdes?
_ Não, é a empregada dela.
_ Dona Lourdes, é a senhora?? _ Repetiu o rapaz do outro lado, insistindo confuso.
_ Não, eu já falei! Ela não está, aqui é a empregada!!
_ Ô, Dona Lourdes, sou eu o Paulo, seu genro!!
_ Ah, oi Paulinho, desculpa, achei que fosse o homem do cartão de crédito...
Escrito por Ale às 20h53
[]
[envie esta mensagem]
|
| 15/04/2007 |
Ainda bem que é só isso!
Tiana até topou levar e buscar sua filha adolescente e o amigo no Shopping, mesmo depois de saber que a mãe dele não poderia revezar com ela, como havia sugerido à filha, mas daí a entrar na casa deles, isso era demais, afinal a mãe do menino se desculpou dizendo que justamente não poderia levá-los porque seu marido estava “alterado”, e lidar com alguém alterado não devia ser uma coisa fácil!
_ Mas mãe, quando eu falei com ela, ela pediu para você entrar um pouco quando chegarmos...
_ Ah, Marcela, você tá doida! Entrar lá com ele todo alterado?! Nem pensar!! Pessoas calmas como ele, quando ficam nervosas... Não quero nem ver!! Se ele está alterado deve ter um motivo muito forte e vai ser pior ter muita gente por perto... Vamos fazer assim: quando a gente chegar, você vai lá, chama ele e eu espero vocês aqui.
Não demorou e vieram todos, e Marcela, morrendo de rir, já foi logo explicando para a mãe: “Mãe, ele tá é O-PE-RA-DO!!!”.
Diante da notícia, as duas desabaram na gargalhada, percebendo enfim o mal entendido: o homem, a pessoa mais tranqüila deste mundo!, não estava todo perturbado, alterado, mas sim “operado”!!
Tiveram também que rapidamente se explicar, porque eles já estavam ficando ofendidos de ver as duas rindo tão escandalosamente da condição do cara, afinal estar operado não é nada divertido!
Escrito por Ale às 20h10
[]
[envie esta mensagem]
|
| 25/03/2007 |
Depois de um longo e tenebroso inverno, voltei: METADE CHEIO OU METADE VAZIO?
Estava atrasada, depois de uma consulta do outro lado da cidade, e liguei para a Rosângela para combinarmos pelo celular como seria a reunião que teríamos logo mais, adiantando assim como abordaríamos o problema.
Ela me disse que estava a caminho do trabalho, que não demorava muito e já estaria chegando, e então poderia me esperar para falarmos pessoalmente antes de subir para a sala.
Mas, pensando em passar numa confeitaria e levar um lanche, comentei, sem maiores explicações, que de minha parte ainda ia demorar um pouco. Falava isso ao celular, já saindo correndo em direção a loja, sem prestar atenção ao redor, só ouvindo uma buzinada pertinho de mim, e, entre falar com a Ro, deixar o carro no meio da rua e sair correndo, nem prestei atenção se estava atrapalhando o trânsito ou algum carro em particular para levar uma buzinada daquela! Entrei e, não demorou muito, adivinha quem também entrou na loja? A Rosângela! Era ela quem havia buzinado, pois apesar de aquele não ser o caminho habitual de nenhuma das duas, passamos em frente à loja exatamente no mesmo momento, de onde para a Ro, ela já estava pertinho do trabalho e pra mim, ainda demorava muito para chegar lá...
Escrito por Ale às 10h50
[]
[envie esta mensagem]
|
| 19/01/2007 |
Coletânea de forinhas
Benilda enfim conseguiu emagrecer para dar continuidade ao tratamento de hérnia de disco e um dia passando toda afobada pelo prédio de um conhecido seu, ele saiu lá do fundo, gritando por ela, chamando-a de volta, insistindo tanto, que ela voltou para saber o que ele queria: “Nossa, Benilda, mas o que foi que aconteceu com você!? Você tá tão magra!”. Ela já ia se preparando para agradecer quando ele mais que depressa continuou: “Mas o que foi que houve, menina, você ficou tão feia!!!”
-------------
Era o aniversário de um amigo e lhe dei de presente uma camiseta vermelha, que achei linda, mas o modelo era do tipo mais justo, que não podia ficar folgadona, só que era a única da loja, e fiquei na dúvida se tamanho G lhe serviria ou se teria que ir trocar. Ele então resolveu experimentar uma por uma das camisas que ganhou. Logo que vestiu a primeira, também G, fiquei preocupada, achando que aquela tinha ficado grande demais, e talvez ele realmente tivesse que trocar meu presente e não encontrasse mais a tal cor, mas fiquei calada esperando, assim quando foi a vez de ele experimentar a que lhe dei, vi que a blusa ficou na verdade certinha e bem bonita mesmo, então não pude conter um comentário de alívio e acabei falando: “Nossa! Quase não deu!!!”.
--------------
Depois de quase 3 meses que não encontrava minha prima, não a reconheci quando a vi de costas em uma festa, ela estava bem mais magra, muito bonita. Conversando com uns e outros durante a festa, acabei soltando o comentário infeliz: “Nossa, gente, vocês viram? Eu levei um susto! Quase não reconheci a Hertinha, ela está tão bonita!!”
--------------
Fui visitar a filhinha de um casal de amigos e diferente da maioria dos recém nascidos, era fácil ver que a bebê era linda, o difícil mesmo pra mim é reconhecer com quem bebês tão novinhos se parecem, e em vista de comentários enfáticos de que ela se parecia muito com o pai, eu insisti: “Ah, vocês acham? Eu ainda não consegui reconhecer nem um nem outro na bebê, ela é tão linda!!”.
--------------
O marido de minha chefe chegou a nossa sala com uma camisa muito bonita, escolhida por ela e que realmente lhe assentou muito bem, ela então comentou que seus amigos haviam lhe enchido o saco por causa de seu tom rosa claro, aí saí em sua defesa, dizendo que neste mundo pra ser gay tinha mesmo que ser muito macho, afinal não é qualquer um que sustenta sua masculinidade mesmo usando cor de rosa! Ele ficou olhando pra mim, assim, meio sem entender se aquilo tinha sido um elogio ou uma bruta sacaneada... Juro que era um elogio!!
Escrito por Ale às 19h37
[]
[envie esta mensagem]
|
| 07/01/2007 |
Lavar a boca é com sabão!!
Clarissa era pequenininha quando veio passar o final de semana na casa da avó. Já era tarde e a Clarissa fez questão de escovar seus dentes ela mesma. Sua vó estava ao seu lado no banheiro e pedia para ela acabar logo com aquela escovação interminável. Diante de tanta insistência, Clarissa parou por um momento e com a boca cheia de espuma, disse: “Mas que merda, vovó! Deixa eu escovar minha boquinha!!”.
---------------
Minha amiga viu um menino com sua vó e puxando papo com ele, perguntou como se chamava.
_ Meu nome é Bito.
Achando um nome estranho, Tati repetiu pra confirmar: “Bito?”.
_ Não, é Bito!
_ Então, Bito! _ Ela continuou.
_ Não!! É BI-TO, sua puta!!! Só então sua avó interveio e disse que era Vitor! Minha amiga teve vontade de passar uma descompostura, afinal Vitor ele não sabia falar, mas puta ele falava direitinho, né!?
Escrito por Ale às 11h34
[]
[envie esta mensagem]
|
| 04/01/2007 |
Eu e Rosângela estávamos fazendo vistoria num bairro distante, onde nem todas as calçadas estavam pavimentadas. Num dos inúmeros “entra e sai” do carro, antes de entrar novamente, nossos olhares foram captados por uma das pedras usadas na obra de calçamento, enorme, surgida no assoalho do banco do passageiro, onde a Ro estava sentada. Ficamos um tempo, cada uma em sua porta entreaberta, curvada e olhando pra dentro do veículo, se perguntando o que havia acontecido: “quem é que colocou essa pedra aí?? Ou, pra quê que a Ro ia querer uma pedra daquelas?”. E a Ro imaginava o mesmo: “será que tinham jogado uma pedra no carro? Mas sem quebrar um vidro??? será que devia deixar a pedra lá? Será que foi a Lê que pôs ela ali?”.
Foram longos segundos realmente de mistério, até que, desfeitas as dúvidas sobre os motivos de uma ou de outra ter desejado o pequeno souvenir, ou mesmo de alguém abrir o carro só pra nos pregar uma peça, nos demos conta de que a bota que a Rô estava usando naquele dia tinha um vão entre o solado e o salto largo, exatamente do mesmo tamanho dos paralelepípedos, que estavam sendo usados para o calçamento! O paralelepípedo deve ter se encaixado ali com perfeição, sem que ela se desse conta, e acabou por se soltar dentro do carro. Isso sim é que é uma pedra no sapato!!
Escrito por Ale às 21h43
[]
[envie esta mensagem]
|
| 23/12/2006 |
Generosidade ou Mesquinharia?
Esta história rola por aí com um fundo moral bem claro, mas o que ela é mesmo é um grande mico, digno de registro. Então, aí vai, mais uma vez:
A moça esperava por seu vôo na sala de embarque de um aeroporto e quando soube que atrasaria, resolveu comprar um livro. Também comprou um pacote de biscoitos. Assim preparada para passar o tempo, aboletou-se confortavelmente numa poltrona, colocou seus óculos, pegou seu livro, e seguindo em sua interessante leitura, volta e meia se servia do pacote de biscoitos.
Mas mesmo entretida não pôde deixar de reparar no sujeito, que, sentado do outro lado da mesinha que os separava e onde estava o pacote de biscoitos, começou a comer deles também!
Ela pegava um, ele também pegava um, muito à vontade ia atacando seus biscoitos!
Foram assim até o final do pacote, um após o outro, os biscoitos iam sendo degustados, ora pela moça, ora pelo louco do folgado de seu parceiro de pacote.
Ela se sentia indignada, até quis encrespar, tirar o pacote do alcance de tão famintas mãos, virar-se para o sujeito e chamá-lo de volta a sanidade, ou dar um soco bem no meio de suas fuças para que nunca mais esquecesse, mas não fez nada, afinal, vai que o cara é mesmo louco e acabam criando uma quizumba num ambiente tão confinado como aquele? E de mais a mais, por que ser tão mesquinha?? O pacote era grande, o vôo sairia a qualquer momento, não custava nada um ato seu de generosidade com um completo estranho!
Assim, retomou sua leitura mais satisfeita consigo mesma e nem ligou mais quando, restando apenas o último biscoito do pacote (imagine: o último biscoito!!! Aquele que É, o biscoito que dentre todos os biscoitos do mundo é o mais importante!), seu espaçoso “companheiro” (também assim denominado aquele que compartilha o pão, ou no caso, biscoitos...), teve a audácia de, na maior cara de pau, simplesmente pegar o biscoito, dividi-lo ao meio, entregar a outra metade para ela e ir-se embora!
A mulher ficou ali bufando de raiva. Aquilo a deixou furiosa, indignada e...sem ação! Saboreou como pôde a metade que lhe cabia naquela inusitada partilha, curiosa como alguém pudesse ser assim tão folgado!? Era realmente admirável!
Preparou-se então para embarcar e, ainda com os biscoitos na cabeça, marcou a página do livro, limpou a sujeira de farelos, jogou a embalagem fora, retirou os óculos, pegou sua bolsa para guardar óculos e livro, e com imensa surpresa descobriu que o pacote de biscoitos que havia comprado ainda estava dentro da bolsa, intacto! Distraída, enquanto ela passou o tempo todo lutando para conter seus impulsos mais mesquinhos, havia comido dos biscoitos de outro passageiro que, generosamente, dividia um por um, até o último biscoito, com a louca da folgada sentada ao seu lado e que impiedosamente atacava suas guloseimas.
Escrito por Ale às 20h21
[]
[envie esta mensagem]
|
| 20/12/2006 |
Sr. Wilson não se chamava Wilson, mas só foi descobrir o equívoco aos 18 anos quando se alistou. Dali em diante só se apresentava pelo seu nome de registro: Uirço, e se alguém o corrigia ele se apressava logo em desfazer qualquer engano, soletrando claramente: “é U-I-R-Ç-O”.
Não que ele gostasse tanto assim do nome, mas se esse era o seu nome, era assim que se apresentaria e queria ser conhecido.
Tempos depois, trabalhando na Cia Ferroviária e fazendo a vistoria dos trilhos nas estradas de ferro de sua circunscrição, Sr. Uirço usava um pequeno carro de linha. No meio do caminho avistou um casal desesperado pedindo ajuda, precisando ir imediatamente para a maternidade, pois ela já sentia as dores do parto.
Sr. Uirço não teve dúvidas, tirou todas as ferramentas e bagulhos, instalou a futura mamãe o melhor possível e levou-os até a cidade, onde ainda deu toda a assistência necessária àquele casal que, obviamente, ficou muito agradecido.
Nunca mais teve notícias deles ou da criança, mas algum tempo depois, trabalhando agora no setor de pessoal da Cia Ferroviária, que era onde a maioria da população dali se empregava, ele analisava um pedido de salário-família e não foi difícil reconhecer de quem se tratava, pois imagine sua surpresa ao ler que a beneficiária era uma menina chamada Uirça, uma clara homenagem...
Escrito por Ale às 20h13
[]
[envie esta mensagem]
|
| 08/12/2006 |
Alô, alô?
Depois do casamento em Patos de Minas, os noivos foram passar a lua de mel no Rio de janeiro e naquele tempo, telefone era muito difícil. Tudo era feito por meio de telefonistas, nem todo mundo tinha aparelho em casa, era complicado arranjar linha, completar a ligação e em Patos de Minas a coisa era ainda mais difícil.
O tempo foi passando e o casal não dava notícias. Preocupados, os parentes resolveram telefonar para o hotel em que os dois se hospedaram no Rio de Janeiro, uma operação até simples hoje em dia, mas que na ocasião foi a luta de quase um dia inteiro, primeiro pediram a ligação para a telefonista, que completou a ligação até Araxá, depois até a cidade seguinte, para então chegar ao Rio de Janeiro e quando enfim a telefonista do hotel atendeu, o parente dos noivos se apressou logo em perguntar:
_ Oi, vocês tem um casal de Patos hospedado aí? _ silêncio do outro lado e então, com a voz brava, a telefonista respondeu:
_ Ora vá caçar o que fazer em vez de ficar passando trote!!! _ e desligou na cara dos aturdidos mineiros.
Escrito por Ale às 20h08
[]
[envie esta mensagem]
|
| 04/12/2006 |
Curtinha
Um dia Camila teve curiosidade de saber em que dia ela tinha nascido e quando sua mãe lhe disse “10 de outubro”, ela ficou surpresa: _ Que legal! Eu nasci no mesmo dia do meu aniversário!!!
Escrito por Ale às 19h23
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
|